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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Há 47 anos no Mercado, feirante fala sobre a reforma

Por Leandro Neves
Edição: Amanda Barreto

     
     Há 47 anos no Mercado Municipal trabalhando com a venda de frutas, Edilon Soares Souza de Azeredo, é mais um entre os feirantes que apoiam a reforma do ponto, mas ele acredita que os feirantes não deveriam sair de seu atual local. ''Aquilo lá não existe, está fora de mão'' afirma o vendedor quando perguntado sobre o ponto onde ficariam durante a possível reforma.


terça-feira, 2 de junho de 2015

"Nós tememos sair daqui", afirma feirante.

Por Geovana Barcelos
Edição: Amanda Barreto


    Esbanjando simpatia, Milton Braga já trabalha no Mercado Municipal há 40 anos. Por influência de uma outra pessoa - muito querida pelo próprio - ele chegou à feira e hoje vive exclusivamente da renda que tira de lá. "Todos nós feirantes tememos sair daqui porque não temos certeza do que irá acontecer", afirma Milton.


terça-feira, 26 de maio de 2015

Onde vou parar?

Por Amanda Barreto
Edição: Romário Júnior 

   
     Dentre tantos porquês, um dos motivos que mais afasta os clientes do Mercado Municipal é a dificuldade de vagas para estacionar. Em seu entorno, um caos urbano: carros disputando um micro espaço; os estacionamentos, pagos! 

 João Luiz mora em Niterói e, sempre que vem a Campos, faz compras no Mercadão. Adivinhe qual o maior problema que ele enfrenta...



quarta-feira, 20 de maio de 2015

''O pessoal do camelô está passando fome'', afirma feirante.

Por Leandro Neves
Edição: Amanda Barreto


     Há 13 anos no Mercado Municipal, Talvan Silva trabalha na venda de frutas como bananas, abacaxis e maçãs. O feirante diz que está feliz no local onde trabalha, mas não nega a necessidade de mudanças. Ele afirma que o ponto precisa de uma pintura e destaca a falta de higiene do local, admitindo que isso acaba atrapalhando nas vendas.
     Perguntado sobre uma possível reforma do Mercado, o feirante diz que é a favor, mas é contra a saída do local para o ponto provisório. Talvan teme enfrentar o que os camelôs estão enfrentando, “O pessoal do camelô está passando fome”, afirma o vendedor.



terça-feira, 19 de maio de 2015

Labirinto

Por Geovana Barcelos
Edição: Amanda Barreto

    
  Uma das maiores reclamações das pessoas que frequentam o atual camelô é a falta de sinalização. "Eu não consigo achar o comerciante que eu costumava comprar no antigo camelô, e é muito ruim andar por aqui", afirma Matheus Nunes.

                                                  


     Apesar do espaço do novo camelô ser maior, aumentou a desorganização e a falta de sinalização acaba causando transtorno a quem ali frequenta. "Para atravessar ali é ruim, não tem sinal," afirma Marcela Figueiredo.