Mostrando postagens com marcador Buteco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Buteco. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Mercadões Brasil afora: Minas Gerais

Por Yan Tavares
Edição: Amanda Barreto

  
     Da série que mostra exemplos - ou espelhos – de Mercados a serem, quem sabe, fonte de inspiração para um novo Mercado Municipal em Campos, o Mercado Central de Belo Horizonte talvez se assemelhe ao nosso mercado. Quando se fala em botecos, no mineiro, existe hoje um total de 14. Inaugurado em 1929, tem mais de 400 lojas, reunindo artigos religiosos, artesanatos mineiros, enorme variedade de ervas - que prometem curar de tudo, além de floriculturas, brinquedos, roupas e muito mais, e claro, a boa comida mineira acompanhada de cerveja gelada.
  

  
   Para complementar, como não poderia faltar em toda conversa de botequim, lá tem muita história a se ouvir, muitos "causos" mineiros.
  
   Em 1964, foi comprado por um grupo de comerciantes, passando por várias reformas e mudando seu nome de Mercado Municipal para Mercado Central, tornando-se hoje um dos lugares mais visitados da cidade mineira. Atualmente, como a maioria dos grandes mercadões, possui seu próprio site, podendo ser visitado em http://www.mercadocentral.com.br .



sábado, 25 de abril de 2015

Conversa de Botequim

Por: Romário Júnior
Edição: Yan Tavares

   O Mercado municipal de Campos. tem 726 pontos comerciais entre bancas, boxes e lojas que empregam diretamente cerca de 1700 pessoas. Com características de negócio familiar, encontramos frutas, verduras, hortaliças e peixes, além de açougues, pastelarias, lojas especializadas em candomblé, ervas, remédios naturais, lanchonetes, papelarias, armazéns e os Botequins.

Robson de Souza Pereira, mais conhecido como Robinho.


   Frequentado por uma clientela fiel, que não abre mão de um bom tira-gosto, o Bar do Robinho, segundo ele próprio, é o mais famoso do Mercado Municipal, tanto que foi necessário expandir o negócio, tamanho o movimento nos finais de semana. Com o atrativo da especialidade do bar nos mais tradicionais petiscos de boteco, como mocotó, dobradinha, entre outros da qualidade, nos finais de semana, o Bar do Robinho tem hora pra abrir, mas não pra fechar.

   Após trabalhar na peixaria e em bancas de verduras no próprio mercado, Robson de Souza Pereira, de 40 anos, conta que já está no local há mais de 22 anos e desde então dedica boa parte do seu tempo ao mercado, "Desde que peguei o ponto, trabalho com tira-gosto e bebidas. Hoje o meu bar é tradicional porque as pessoas sabem que vão encontrar aqui uma comida de qualidade e um bom atendimento. Aqui temos comida fresca, gostosa e de qualidade. Quem vem aqui uma vez, sempre volta.", diz.

   Em função do grande movimento, Robinho hoje ocupa lojas dos dois lados, além do corredor, onde nos finais de semana, ele coloca mesas para melhor atender a freguesia. Sobre a rotina no mercado, ele afirma "Mercado e Rodoviária são locais onde tudo é possível, onde tudo acontece, já vi muita coisa aqui, mas com o tempo se acaba acostumando, até porque todo dia tem uma novidade, um cliente novo. Aqui se encontra uma mistura de tudo que não tem em lugar nenhum", analisa. 

Colaboração: Patrícia Bueno e Keilla Thederich