Mostrando postagens com marcador Alexandre Henriques. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alexandre Henriques. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de junho de 2015

De onde vem a carne do Marcado Municipal de Campos


Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares

   É de grande importância para os consumidres, saber de onde vem o produto que vai para sua mesa. Diante disso, você consumidor do Mercado Municipal, tem aqui a resposta para tal. E fomos buscá-la, em entrevista com três açougueiros do Mercado.





  
   O pirmeiro entrevistado é Leonardo de Souza, que revela que a carne vendida em seus açougue é escolhida por um frigorífico que o revende,"O gado que vendo aqui, geralmente vem de Bom Jesus e São Franciso do Itabapoana" disse Leonardo.
   




  
   Já seu Manoel Francisco, hoje com 70 anos, contabiliza mais de 50 anos em seu açougue. Neste tempo, criou e sustentou sua família - cinco filhos e três netos -, com a renda obtida no Mercado. Perguntado sobre de onde vem a carne, ele revela que vem do mesmo lugar de Leonardo, "O animal que vendo aqui vem de alguns municípios, mas os principais são Bom Jesus e São Franscico do Itabapoana", revelou seu Manoel.







  
   Por último, Fernando Ribeiro declara que a carne que vende ali, vem de três municípios, "Além de São Francisco, minha carne vem de Campos e Macaé.
    Ele diz ainda que a fiscalização tem ajudado, com relação à procedência da carne, "Com este trabalho de fiscalização feito desde onde compramos, tem colaborado há alguns anos, afinal nós ficamos mais seguros na hora de comprar para revender, e o consumidor na hora de comprar conosnco para seu consumo", concluiu o açougueiro. 









sexta-feira, 5 de junho de 2015

"Vai ficar complicado", diz peixeiro.

Por Alexandre Henriques
Edição: Amanda Barreto   


     Este é Roberto Santos Souza, ele tem 33 anos e trabalha na peixaria do Mercado há 5 anos.


     Segundo ele, a pesca feita duas vezes por semana em alto mar garante o sustento de sua família. Algumas vezes, ele não consegue pescar nada, principalmente quando o vento está forte, mas tem que enfrentar o desafio, afinal de contas, esse é o seu pão de cada dia.
     Roberto diz ter uma boa freguesia e afirma que começa a vender bem cedo - ás  duas horas da manhã - para os varejista e por volta das seis da manhã para os consumidores.
     Quando o assunto é a reforma do Mercado, Roberto se diz muito preocupado com a mudança, "Se eles fizessem a reforma em um de cada vez, seria melhor para todos, mas desta maneira que estamos sabendo vai ficar complicado", diz o peixeiro.








segunda-feira, 1 de junho de 2015

Quem fornece ao Mercado Municipal

Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares

   Jovelino Henriques pereira neto, 46 anos, é mais um fornecedor da feira do Mercado Municipal de Campos. Ele revela hoje preferir comprar produtos até mesmo de outros municípios, para fornecer à feira - apesar de ter trabalhado por muito tempo na lavoura. Há seis anos abastecendo - com frutas e legumes - ao Mercado, ele declara vender um bom percentual de seus produtos, mesmo apesar da atal crise geral pela qual se passa. "Ao longo deste tempo, conquistei uma boa freguesia, e mesmo com a situação atual, não tenho perdido clientela. Venho duas vezes por semana - fornece também para supermercados e hortifrútis -, com várias mercadorias, chego na parte da tarde e fico até à noite, conferindo tudo o que está saindo."

 
   
   Neste período - com fluxo maior depois das 10hrs -, observa-se diariamente a chegada de pequenos e grandes caminhões, oriundos do trabalho quem é a parte deste grande movimento da feira do Mercado - os fornecedores.
   Morador de São Francisco de Itabapoana, Jovelino diz que seus produtos vem do Espírito Santo, "Por vezes viajo durante a madrugada, para trazer os produtos ainda frescos, mas a maioria já chega por encomenda", declarou.
   Sobre os preços, ele revela que há uma inconstância com cada mercadoria, "Às vezes quem compra reclama de alguns preços, mas isso é normal, tem coisa que pro vezes aumenta, por outrora, despenca o valor, então no fim do mês, o saldo é positivo", concluiu um dos personagens que abastece ao nosso Mercado Municipal.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

"É preciso seguir as normas do governo", diz açougueiro.

Por Alexandre Henriques
Edição: Amanda Barreto


     Esse é Leonardo de Souza do Espírito Santo, de 34 anos;  ele é casado, tem um filho e trabalha no Mercado Municipal de Campos.


     Leonardo, desde a adolescência, acompanha e ajuda o seu pai Manel - que tem 75 anos e há 59 trabalha no Mercado vendendo carne bovina, suína e linguiça fresca. Todos os dias ele começa a trabalhar às 6 da manha e só pára às 7 da noite.
     Leonardo disse que com o trabalho de longos anos e dedicação à profissão, já garantiu uma boa freguesia; e quando os fregueses não o encontram, voltam em outro horário - ou um outro dia - porque já acostumaram com o seu atendimento.  
     Quando perguntado sobre o que acha da futura mudança do Mercado, o açougueiro disse que não é contra e até já pensou em uma reforma no seu estabelecimento, mas a Prefeitura pediu que ele esperasse, "É preciso também que os comerciantes sigam as normas estabelecidas pelo governo", afirmou.







sexta-feira, 22 de maio de 2015

A esperança de um novo mercado

Por Alexandre Henriques
Edição: Amanda Barreto 


     Esse é Manoel Ribeiro Souza, ele tem 73 anos e há 50 vende carne suína no Mercado Municipal.




     Segundo ele, é do açougue que sai todo o sustento da família. Seu Manel, como é conhecido, é casado, tem 10 filhos e 32 netos. Morador do bairro Pecuária, disse que acorda bem cedo - às 5 horas da manhã -  pega o ônibus e vai ao encontro de sua rotina de trabalho. Ele fica no Mercado de 6 da manhã até às 18 horas.
     O açougueiro disse também que tem uma boa freguesia. "Continuarei trabalhando até o dia que Deus quiser, porque o trabalho faz parte da construção de uma sociedade mais justa", afirmou.
     Quando o assunto é a reforma do mercado, Seu Manel disse que realmente o local está precisando de melhorias, "Anseio por esta mudança, mas que não fique só em palavras, temos que melhorar o Mercado para que possamos ter um movimento melhor", diz o açougueiro.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Movimento Financeiro do Mercado Municipal

Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares
 
   Uma média de 1700 pessoas, tira o seu sustento e até mesmo o de suas famílias, das vendas no mercado, passando de fornecedores, à quem repassa produtos ao consumidor, feirantes, peixeiros, açougueiros e todos que fazem o Mercadão, com uma base de 725 pontos comercias.


   Sérgio Geraldo Azevedo Pessanha, é de São Francisco de Itabapoana e abastece há sete anos a peixaria do Mercado Municipal. Segundo ele, fornece uma média de 40 kg de peixe por mês.

 
    
   Edenílson de Souza Silva, o "Ninil da peixaria", afirma vender uma média de 500 kg de peixe por mês, mas relata que houve uma queda no movimento e consequentemente nas vendas, e se diz inseguro com a mudança de local,"Acho que vai ficar mais difícil pra nós", disse Ninil. 


   José Ricardo Coutinho, está há 30 anos na feira, vendendo frutas e verduras. Segundo ele, uva, mamão e maçã, são os que mais vendem, "Saem o ano inteiro, em uma média mensal, vendo 200 caixas de uva e de maçã e  150 de mamão. Mas no caso das uvas, tenho oito bancas que à vendem, o que gera em torno de cinco mil caixas vendidas ao mês", concluiu José Ricardo.


   Barreto Cruz de Souza, é mais um fornecedor vindo de São Francisco de Itabapoana, ele revela que já chegou a fornecer à feira, cerca de seis mil frutas por mês, "Hoje vendo um pouco menos, porque forneço para outros lugares", disse Barreto.


   O estudante Dayvid Vieira, tem 18 anos e faz compras na feira há alguns anos, por influência de seus pais, hoje já é responsável por fazer a feira e disse gostar do afazer, "O atendimento é bom, gosto das pessoas e do ambiente", relatou Dayvid.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

"A mudança precisa ser feita", afirma churrasqueiro.

Por Alexandre Henriques 
Edição: Amanda Barreto

     Esse é José Ricardo, mais conhecido como "Cabeça"; ele tem 43 anos, e há mais de 20 vende churrasquinho no Mercado Municipal.

José Ricardo, o "Cabeça" do Churrasquinho

     Segundo ele, todo o sustento de sua família - Cabeça é casado e tem 3 filhos - sai de sua profissão simples, que ocupa a maior parte do seu tempo. "Funcionamos de 8 horas da manhã ate às 19 horas, e já conquistamos uma boa freguesia ao longo destes anos. Nos feriados e finais de semana temos um grande movimento", conta.
     Sobre as reformas que acontecerão no Mercado, José disse que estava com medo no início, mas agora espera ansioso por elas. “Entendo que a mudança precisa ser feita para melhoria de todos. Temos que acreditar que estas melhorias irão acontecer; estou confiante, o movimento vai dar uma caída, mas é normal.”
     Aguardando as obras, o cliente fiel Marcelo Carneiro Alvarenga tem 40 anos e diz o porquê frequenta o Churrasquinho do Cabeça há 14 anos, “Tem um bom atendimento, bom preço e um produto de qualidade. Ansiamos as mudanças, que serão boas para todos que estão sempre no Mercado”, afirma Marcelo.        

Marcelo Carneiro Alvarenga, frequentador do Mercado



segunda-feira, 11 de maio de 2015

Quem abastece a peixaria do Mercado campista?

Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares


   Para quem é consumidor da peixaria do Mercado Municipal, saber como e de onde vem os peixes que ali são vendidos, tem sua importância. São vários os fornecedores, vindos de algumas localidades, como São Francisco, Ponta Grossa, Barra do Furado, entre outros. Um deles é Sérgio Geraldo Azevedo Pessanha, 25 anos, ele fornece ao Mercado Municipal há sete anos.

FORNECEDOR   

    Sérgio conta como faz todo o processo até chegar ao destino final: "O peixe sai às 3h, chegando às 4h à peixaria." Ele relata ainda como o peixe é conservado durante o trajeto, "Colocamos o peixe dentro de uma caixa de isopor com gelo, contando ainda com a refrigeração do proprio caminhão."
RECEPTOR 

    José Carlos Alberto Pessanha, tem de 50 anos e trabalha na peixaria há 35 anos. O peixeiro relata ainda que não vende seus peixes - que segundo o próprio, vem de Farol e Barra do Furado - só no local, "começo a vender ás 5 da manhã para os restaurantes e permaneço aqui até as 16 horas."

CONSUMIDOR 

   Rodrigo de Souza Silva, 32 anos, é consumidor da peixaria há 6 anos, e afirma não ter do que reclamar, "o peixe é fresco, o preço é imbatível, e o local é ideal pra mim", afirmou ressaltando o que dizem os peixeiros e feirantes sobre a saída do local.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Medo e Incerteza

Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares
 Apesar de ser uma mudança temporária, que promete trazer aos permissionários, uma grande melhoria em seu retorno, a obra de restauração do Mercado Municipal, tem preocupado, a quem tira dali, o sustento de uma vida inteira, alguns, criando e mantendo toda uma família.


  José Carlos dos Santos Silva, tem 46 anos e há 15 anos trabalha na feira, vendendo verduras. Ele concorda que a reforma é necessária, mas assim como a maioria dos colegas, tem receio de que não seja cumprido o que lhes está sendo prometido e eles não voltem ao seu devido lugar.
  Na opinião do feirante, no início, a mudança de local deve provocar uma queda no movimento, que porém, pode diminuir com o passar do tempo, a partir do momento em que fregueses e feirantes se adaptarem à situação provisória, "Algo que não pode acontecer, é o descumprimento dos prazos que nos foram prometidos, precisamos retornar, cada um a seu lugar. As pessoas passam por aqui para pegar ônibus, para ir ao centro, o fluxo é muito maior."

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Uma vida no mercado

Por: Alexandre Henriques
Edição: Yan Tavares 

    Marco Antônio da Silva, o "Marquinho Cabeludo", tem 47 anos, e está a 40 na feira. Ele foi criado no Mercado Municipal e segue com a  banca de laranjas, que passa de geração a geração.
    Durante esses 40 anos, conquistou seus clientes, e somente  da feira, tira toda a renda de sua família.
  Marco Antônio é mais um permissionário a favor de uma reforma que venha trazer melhorias ao mercado, mas que tem medo de não retornar ao seu lugar, às suas raízes.


   "Em um primeiro momento, há uma queda nas vendas, mas penso que a melhoria é válida, e acredito que depois de tudo pronto, as vendas podem aumentar, afinal se houver boa impressão, novos fregueses surgirão naturalmente, e os que já frequentam, ficarão mais satisfeitos", concluiu Marco.